quinta-feira, 7 de junho de 2012

Ainda a Esmeralda Porto

Em setembro de 2008 publiquei um cartaz lamentando que os pais adotivos desta menor não a quisessem entregar ao pai biológico; ou pior ainda, andassem fugidos com a criança para não a entregarem ao pai biológico.

O que eu condenava é que eles, com tais procedimentos, incutissem na pequena um mínimo de ódio, ou pelo menos uma dose de medo, ao pai biológico.

O pai biológico acabou por receber a filha por decisão dos tribunaiis e eu espero, como aliás desejei na altura, que ele não se tenha vingado, e passado a incutir na criança medo e ódio pelos que tinham sido durante algum tempo seus pais adotivos. Não tenho informações sobre o que se passou desde então sob este ponto de vista.

Mas achei curioso saber hoje que a União Europeia, segundo publicação no JusJornal de 6 de junho do corrente ano de 2012 no seu número 1479 tenha condenado Portugal porque demorou 4 anos e 5 meses a executar a sentença que entregava a criança ao pai biológico.

Não direi que... é assim o nosso País!... porque infelizmente não é só no nosso País que o pai, por exemplo em casos de divórcio, nada conta; a sociedade e a justiça em muitos países do chamado Mundo Ocidental partem do princípio que só as mães é que amam os filhos.

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