terça-feira, 18 de janeiro de 2011

UM ERRO DIVERTIDO DO SISTEMA

O Fernando Rafael Carvas Monteiro veio ter comigo dizendo que eu lhe marcara falta mas ele tinha vindo a exame e não tinha desistido.

É verdade que ele tinha falta na pauta da Engenharia Física, mas o curioso é que eu tinha afixado a nota dele no nome dele na pauta da Física; e por isso, quando preenchi as notas da pauta de Engenharia Física já tinha o ponto dele posto de lado. Os lugares da pauta que tinham ficado vazios foram preenchidos automaticamente com faltas.

O Fernando aparece nas duas pautas!!!!! Na da Física, onde já estava a nota dele...... e na de Engenharia Física, onde ele procurou e não estava nota nenhuma mas apenas a indicação que tinha faltado!!!!

Aconselho o Fernando Rafael Carvas Monteiro a verificar a sua situação junto dos responsáveis pelo erro pois o facto de estar nas duas pautas pode vir a prejudicá-lo.

Estou a afixar este cartaz pois não tenho aqui o e-mail do Fernando Rafael. Peço aos colegas o favor de o avisarem!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Se a tua bússola for o trabalho, o teu norte será o triunfo

Venho hoje prestar uma homenagem ao meu Pai, José Simões Pereira Júnior. Médico e cirurgião de sucesso, não tinha muito tempo livre mas foi sobretudo nos momentos que passei com ele que aprendi a ser adulto.

A frase que serve de título a este cartaz foi a ele que a ouvi; não me lembro se ele me disse que era uma citação. Procurei-a em motores de busca e não a encontrei. Provavelmente a frase era mesmo dele; e que o pensamento também era, isso posso garantir!

Foi dele sim que aprendi -- tinha eu 9 anos -- que o trabalho nos dignifica, nos enobrece, nos leva a triunfos: sobre a ociosidade, sobre o parasitismo, sobre a inutilidade. Mesmo que esse triunfo não seja grandioso, é fonte de auto-estima e, como tal, já é uma vitória.

Obrigado Pai!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amor, Solidão e Fé

Aqueles que leram o meu livro com este título "AMOR, SOLIDÃO E FÉ" e que eu assinei com o pseudónimo Zé-Manel Polido certamente reconhecem que eu nada tenho contra o amor de mãe. Certamente que o respeito, quando ele existe. O que eu pretendo dar a conhecer com este meu livro é que por vezes ele não existe. E quando assim é, o sofrimento do filho é indescritível!
E por hoje mais não digo...

 

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